André Ângelo Fernandes dos Santos, Andressa Lima da Silva, Clarice Guilherme Barreto, Daniele de Macedo Henrique, Joice Kamile dos Santos Silva, Juliane Jenifer Oliveira de Souza, Mayara Ferreira Medeiros, Miguel Cabral de Macêdo Neto, Ramon Evangelista dos Anjos Paiva, Tailor Alves Cabral, Thalita de Souza Gurgel
O estresse ocupacional constitui um dos principais desafios para a saúde do trabalhador, a segurança no ambiente laboral e a produtividade das organizações. O aumento das exigências profissionais, das jornadas de trabalho e da pressão por resultados intensifica a exposição aos riscos psicossociais, tornando necessária a adoção de estratégias voltadas à promoção da saúde mental e à prevenção de acidentes. Nesse contexto, este estudo tem como objetivo analisar os impactos do estresse ocupacional na segurança do trabalho e na produtividade, sob a perspectiva dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) 3 – Saúde e Bem-Estar – e 8 – Trabalho Decente e Crescimento Econômico. A pesquisa caracteriza-se como qualitativa, exploratória e descritiva, desenvolvida por meio de revisão bibliográfica em artigos científicos, livros e documentos oficiais relacionados ao tema. Os resultados evidenciam que o estresse ocupacional compromete a capacidade de concentração, a tomada de decisões e a percepção dos riscos, aumentando a probabilidade de acidentes de trabalho e contribuindo para o absenteísmo, o presenteísmo, a rotatividade de pessoal e a redução da produtividade. Além disso, observa-se que a gestão dos riscos psicossociais e a implementação de programas de promoção da saúde mental favorecem a melhoria das condições de trabalho, fortalecem a cultura de prevenção e contribuem para ambientes laborais mais seguros e produtivos. Conclui-se que a adoção de estratégias preventivas voltadas à saúde ocupacional representa um fator essencial para a proteção dos trabalhadores, o aumento da produtividade e o alcance dos ODS 3 e 8.