Lilian Prates Belem Behring
O artigo aborda o paradoxo da digitalização do SUS no Rio. A autora reconhece avanços como telessaúde e e-SUS APS, mas alerta que, sem inclusão digital e governança democrática, a inovação aprofunda desigualdades. A falta de conectividade e letramento digital gera "inclusão excludente", restringindo o acesso a poucos. Defende-se que a tecnologia sirva ao território, com infraestrutura, participação social, transparência algorítmica e código aberto, para que o SUS digital cuide de todos, especialmente os vulneráveis.