科研速览 · Science Skim继续刷下去 · Keep skimming →
◆ Programa de Iniciação Científica - PIC/UniCEUB - Relatórios de Pesquisa2026-06-05· Medicine

Gerenciamento da dor em cuidados paliativos: uma revisão de literatura abrangente das abordagens farmacológicas e não farmacológicas

Mariana Cartaxo, Marcela De Andrade Silva Miranda, Lilian Silva de França

原始摘要(英文原文)· Original abstract
A dor crônica em pacientes oncológicos, frequentemente acompanhada por fadiga, distúrbios do sono, ansiedade, depressão, estresse e medo de recorrência, afeta significativamente sua qualidade de vida. Em pessoas com multimorbidade — presença de múltiplas condições crônicas — os prejuízos são ainda maiores, impactando tanto o estado funcional quanto o emocional. A dor oncológica, reconhecida como uma experiência sensorial e emocional desagradável, possui forte componente psicossocial. Além disso, os efeitos adversos dos tratamentos podem agravar sintomas físicos e emocionais, como distúrbios do sono, fadiga e disfunção cognitiva. A interferência nas atividades diárias, no sono e no humor é considerável. Reações adversas ao tratamento podem causar limitações físicas, que alimentam problemas psicológicos. Intervenções como a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) e a Terapia de Aceitação e Compromisso (ACT) demonstram eficácia na redução da incapacidade e na melhora do funcionamento físico em pacientes com dor crônica. No entanto, a melhora na capacidade laboral pode ser limitada, levantando preocupações com o presenteísmo. Distúrbios do sono são frequentes nesses pacientes. Estudos com Redução de Estresse Baseada em Mindfulness (MBSR) não demonstraram melhora consistente na qualidade do sono, especialmente quando a duração da intervenção é curta. Quanto ao estado emocional, ansiedade, depressão e medo de recorrência estão fortemente associados à piora da qualidade de vida. A MBSR pode atenuar esses sintomas, melhorando o estado emocional, mas sua eficácia a longo prazo pode ser reduzida pelo aumento progressivo de efeitos adversos do tratamento. Além disso, níveis elevados de dor e depressão prévios à intervenção diminuem sua efetividade. A TCC, por sua vez, se mostra eficaz no manejo do estresse, reduzindo afastamentos e promovendo o retorno ao trabalho. O sofrimento emocional do paciente oncológico afeta diretamente seus familiares e cuidadores. O reconhecimento do papel do cuidador, especialmente em contextos de multimorbidade, é essencial para compreender os desfechos clínicos e a sobrecarga familiar, sendo necessário avaliar suas experiências conjuntamente com as dos pacientes. O manejo adequado da dor e de comorbidades como a depressão é um objetivo central dos cuidados paliativos. A integração entre saúde mental e cuidados paliativos deve ser guiada por estratégias sistematizadas de rastreamento e intervenção. Intervenções baseadas em TCC favorecem o retorno ao trabalho, ao passo que alternativas como a toxina botulínica tipo A (BTX-A) têm mostrado bons resultados no alívio da dor com poucos efeitos adversos. Já os opioides, apesar de eficazes para dor intensa, apresentam riscos significativos de efeitos colaterais e dependência. Em síntese, a dor crônica em pacientes com doenças avançadas é multifatorial e exige uma abordagem integrada, que considere seus aspectos físicos, emocionais e sociais. O controle efetivo da dor e de seus impactos psicológicos não só melhora o conforto,como também resgata a dignidade e o sentido de vida dos pacientes e de seus entes queridos.
读原文 · Read the paper ↗

AI 追问PRO

登录后使用 AI 追问

讨论区

登录后参与讨论

相关论文 · Related

Gerenciamento da dor em cuidados paliativos: uma revisão de literatura abrangente das abordagens farmacológicas e não farmacológicas — 科研速览 Science Skim