Andressa dos Santos Barcelos, Michelle Cristina Ordenes Silva, Walter Bezerra Queiroz, Edson Sidião de Souza Júnior
Este estudo cuja temática abordada é a Farmacorresistência bacteriana em pacientes neonatais em hospitais brasileiros, objetiva compreender os principais problemas causados por bactérias, bem como o desequilíbrio da microbiota humana, provocada em decorrência dos processos invasivos e do contato com a microbiota hospitalar que representam na atualidade, um grave problema de saúde pública no Brasil e em vários países do mundo, elevando o tempo de hospitalização, morbidade e mortalidade dos pacientes ocasionando mudanças nos padrões de resistência microbiana com consequente elevação nos custos assistenciais. O estudo de caráter qualitativo, alicerça-se na revisão de literatura, seguida pela coleta de dados, considerando relevante os dados obtidos nas plataformas: LILACS e MEDLINE cujas linguagens predominantes são, inglês, português e espanhol. Para melhor compreensão e análise dos dados coletados utilizamos descritores como ‘’Anti-bacterial agents and Neonatal’’. Assim, após minuciosa análise de dados e bibliográfica, constatou-se que bactérias como a Staphylococcus aureus comumente em neonatos, vez que estes, apresentam resistência diante do uso de medicamentos, mormente, a cefalexina. A partir da análise de dados e da literatura de âmbito hospitalar observou-se que de modo especial que os neonatos merecem maior cuidado devido ao seu aspecto físico, visto que favorece a disseminação de patógenos, pois estão mais susceptíveis a doenças. Constatou-se ante às reflexões, que há meios para se evitar uma possível resistência a bactérias que ainda não são utilizados por profissionais de saúde, tais como, o uso racional de antimicrobianos, a higienização adequada das mãos, a cultura de vigilância microbiológica, a educação continuada, a desinfecção de superfícies, o uso de testes de suscetibilidade e o isolamento de contato.