Rafaella Cristina Tavares Belo, Dafne Ferreira Cavalcante, Samyla Raquel Alves Ferreira, José Antônio da ́Silva Júnior, Álvaro Micael Duarte Fonseca, Thales Allyrio Araújo de Medeiros Fernandes, Ellany Gurgel Cosme do Nascimento
Este artigo buscou analisar a prevalência de distress em pacientes em tratamento inicial radioterápico através do Termômetro de Distress. Trata-se de um estudo transversal, quantitativo e descritivo realizado com 88 pacientes atendidos no ano de 2021. Para coleta dos dados utilizou-se um formulário sociodemográfico e o Termômetro de Distress. Foi realizada uma análise descritiva e análise bivariada através do Teste qui-quadrado. Houve predominância do sexo feminino, idosos(as), com baixo nível de escolaridade e diagnóstico de câncer de mama. A maioria dos(as) pacientes reportaram valores moderado a grave de distress e alta prevalência de sintomas emocionais. Sendo assim, constatou-se elevados valores de Termômetro de Distress, acarretando repercussão psicológica negativa em indivíduos com diagnóstico de câncer e terapêutica inicial de radioterapia. Com isso, propõe-se a implantação do Termômetro de Distress nas rotinas das instituições oncológicas como um meio de identificação e prevenção de distúrbios de saúde mental.