A. Rosa
O presente artigo trata-se de um ensaio que propõe a divisão ocidental/não-ocidental como forma de compreensão ontológica de elementos discursivos da teoria crítica. Explorando a teoria cosmopolítica e a decolonial, verifica-se uma semelhança estrutural entre ambas pelo modo qual organizam os objetos de saber e existem em relação de dependência com um conjunto discurso que criticam. A então critica em função da representação, aparece como forma de manutenção não só de uma separação entre modernos e não modernos, capitalistas e não capitalistas, mas, num metaenquadramento capaz de organizar e distribuir as posições prévias, numa divisão entre ocidentais e não ocidentais.